Dicas para previnir ou melhorar a ressaca do dia seguinte


Hoje acordei com uma ligação em pleno domingão as 7:30h. Era a minha irmã passando mal de ressaca. E como eu ou ela, muitos já passaram pelo menos problema no dia seguinte.

E não tem escapatória, basta exagerar na dose ou misturar o que não deve (experimente beber vinho tinto com caipirinha) e a ressaca vem te ver no dia seguinte. Com todo o seu arsenal de incômodos: dor de cabeça, enjôo, fraqueza e uma sede insaciável.

Para contornar esse inferno que a minha irmã vive hoje e pelo qual eu já passei por diversas vezes, procurei saber na internet como melhorar ou previnir a ressaca. Quer saber o que cura ressaca? Leia a seguir…

Algumas das melhores fórmulas para evitar a ressaca é prevenir-se contra ela, o grande segredo é não misturar tipos diferentes de bebida e sempre fazer uma boa refeição antes. O caminho é por aí mesmo, de acordo com os médicos. “É importante comer bem antes de beber e, de preferência, incluir algum alimento com gordura poliinsaturada na refeição, pois ela protegerá o fígado”. Esse tipo de gordura pode ser encontrada em peixes e no azeite de oliva extravirgem.

E o que dizer do velho conselho de manter-se bêbado para curar a ressaca? Não adianta pesquisar, pois não há nenhuma base científica para esse tipo de afirmação. Pelo contrário, o consumo contínuo de álcool só acumula prejuízos ao organismo, que são muitos. Quando se está bebendo, a vontade de aliviar a bexiga aumenta em 20%. Parece um desconforto menor, mas isso pode levar à desidratação. Outro órgão bastante atingido pelo álcool é o estômago, que reage às altas dosagens causando dores, vômitos e enjôos. No intestino a absorção de água e sódio diminui, o que também contribui para a desidratação. Ainda nesse órgão, o consumo crônico de bebidas alcoólicas pode interferir no trabalho das enzimas responsáveis por decompor carboidratos, proteínas e gorduras. O resultado é uma menor absorção de vitaminas, minerais e outras substâncias essenciais ao corpo.

Consumidores assíduos também podem ter sua performance sexual prejudicada. Homens que bebem além da conta são mais propensos a apresentar disfunção erétil. Beber três drinques por dia pode levar a um aumento da pressão arterial, reduzindo o fluxo sangüíneo até o pênis e diminuindo a produção de testosterona. A ressaca, por sua vez, começa no momento em que a concentração de álcool no sangue passa a declinar. Quando ele vai embora, os sintomas dela atingem o pico. Pulsação acelerada, suor e náuseas, sensibilidade à luz e ao som são algumas conseqüências deixadas pela bebedeira. Não é fácil encarar esses efeitos. Mas como ninguém é de ferro, é importante nos prepararmos para encarar o copo sem medo.

ANTES DE ENCHER O COPO


ABUSE DO AZEITE
Alimentos que possuem gordura poliinsaturada, como azeite de oliva extravirgem, protegem o fígado dos efeitos do álcool. “A melhor opção é pedir salada, risoto ou peixe e regar com azeite”, ensina o endocrinologista Tércio Rocha.

CONTROLE O REFLUXO
Quem sofre de refluxo gastroesofágico ou úlcera precisa de cuidados redobrados antes de encarar a maratona de festas. O ideal é conversar antes com o médico, que poderá receitar medicamentos para proteger o estômago.


DURANTE A FARRA
BEBA ÁGUA OU SUCO
Faça uma pausa entre as rodadas para beber água ou suco. Você vai evitar – ou pelo menos retardar – a desidratação. Para quem prefere uísque ou vodca uma boa pedida é misturar as doses com água ou muito gelo.

PEÇA CAIPIFRUTAS
Eis uma opção mais leve para quem quer beber sem sofrer tanto. Além de hidratar, as frutas usadas nessas bebidas contêm um açúcar natural que ajuda a compensar a glicose perdida. Mas não exagere ou você vai se dar mal do mesmo jeito.

QUE TAL UM DOCE?
Seu corpo sofre uma baixa nos níveis de glicose quando você exagera no álcool. Por isso a saída é devorar balas e chocolates? Errado! “Os doces não previnem a ressaca” , alerta a nutricionista Vanessa Schmidt. “Mesmo assim eles podem equilibrar um pouco a quantidade de açúcar no sangue”, diz ela.


DEPOIS DA BEBEDEIRA

ÁGUA COM AÇUCAR
Um grande amigo meu, Matheus Valadares, informou que o melhor a se fazer é: assim que chegar em casa beber dois copos grandes de água com açucar que a ressaca é reduzida a quase zero.



BEBIDAS ISOTÔNICAS
É um efeito dominó. Álcool em excesso pode causar vômitos e diarréia, que por sua vez levam embora os sais minerais tão importantes ao corpo. Os isotônicos hidratam e compensam essa perda.

E OS SAIS?
Eles aliviam alguns problemas, mas não curam totalmente o mal. “Os sais de frutas podem causar uma sensação de conforto, mas não têm muito efeito
sobre o estômago e podem irritá-lo ainda mais”, diz o médico Eduardo André.

AFOGUE A RESSACA…

… com uma receita de suco natural e desintoxicante*
IngredientesPreparo
1 fatia de melão
300 ml de água-de-coco
2 kiwis
4 folhas de hortelã
Bata o melão, a água e o kiwi no
liquidificador. Acrescente as folhas de hortelã e beba à vontade.
* Receita da nutricionista Vanessa Schmidt


BENEFÍCIOS

Melão e kiwi. São frutas que possuem pouca acidez, por isso não vão agredir o estômago, que já vai estar irritado pelo álcool. Também ajudam
a compensar a glicose perdida pelo corpo.

Hortelã. Além de refrescante, tem poder diurético. “No período de ressaca o organismo passa a reter líquidos. A hortelã é recomendada para reverter
esse efeito”, diz a nutricionista Vanessa Schmidt.

Água-de-coco. É uma das melhores alternativas no combate à ressaca. Repõe os sais mineiras e o açúcar perdidos e ainda hidrata o organismo.



Fonte:nandoprisnitz.wordpress.com

ÁGUA-DE-COCO
Rica em potássio, triglicérides e frutose, a água-de-coco é um poderoso isotônico natural e compensa as perdas de sais minerais causadas por suor, diarréia e vômitos, três grandes aliados da ressaca. “A dica é beber meio litro antes e meio litro depois”, diz o endocrinologista Tércio Rocha.

ALIMENTE-SE
Uma boa refeição antes de começar a farra pode retardar os efeitos da bebida alcoólica. Com o estômago cheio, o álcool permanece lá por mais tempo e é processado mais lentamente. “Os alimentos também causam o chamado efeito ‘tampão’, que protege a mucosa do estômago e em conseqüência reduz a acidez”, diz o gastroenterologista Eduardo André, de São Paulo.

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